Entre as obrigações do Estado, a cura divina.
Todas as tecnologias a favor da bruxaria.
Enquanto isso, numa clareira aberta na mata, máquinas a trabalhar, sangue a escorrer... Pessoas que viveram a malária, a violência e o mercúrio.
A ganância vence o homem, a miséria prostitui a mulher.
Em cada semblante, o brilho do ouro, diamante. E cada alma diz: depois que eu me for, não haverá mais dor.
(E, dia após dia, a noite era tudo que eu queria...)
A dinamite abre estradas por entre as rochas.
A fé move montanhas, a religião constrói edifícios; e o concreto armado nos aproxima de deus.
Nada disso é engraçado, o pro-gres-so a-po-dre-ceu...
(E, dia após dia, a noite era tudo que valia...)
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